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Perco-me entre textos, poesias e músicas, percebi então que a melhor forma de arquivar era dividir. Nesses anos, muito do que não se perdeu foi graças a quem acompanha meu trabalho. Assim, na imensidão virtual deixo essas pegadas, parecem dois únicos pés, mas acreditem, carrego muito de vocês aqui.

domingo, 2 de novembro de 2014

E se não soubéssemos ser impossível?


Nossos olhos nos traem. Nessa necessidade por ver nos esquecemos as coisas incríveis que ocorrem dentro de nossa inocência. Quando iniciei meu primeiro livro não imaginava o quanto era difícil encontrar alguém que acreditasse no mesmo, talvez isso tivesse me desencorajado, mas quando me dei por conta já estava com ele pronto e sendo adotado por uma ótima editora em Porto Alegre.

Talvez se o garotinho deste vídeo pudesse ver por um mísero segundo um desses super astros tocando ele jamais teria tentado fazer o mesmo, porém, "por amor as causas perdidas" (obrigado HS) ele o fez, tentou do seu jeito, sem saber que era impossível, apenas deixando o sentimento mágico crescer.

Quando nos dizem ou mesmo repetimos a nós não nos importarmos com a opinião dos outros, vejo um falso sentido. A opinião alheia importa e machuca sim, o não importar-se então deve se referir aos sonhos, afinal como podemos deixar de crer em um sonho que é só nosso? Sim, sonhos podem ter o mesmo nome, assim como há outros Felipe's por aí, mas se ninguém é igual a ninguém sonhos são tão únicos quanto os seus sonhadores.

Por vezes a cegueira abre as portas da percepção, assim nascem os gênios que carregam um recado filosófico com mais de 5 mil anos: "Sem saber que era impossível ele foi lá em fez".

Esqueça tanto saber e resgate o sentir. Afinal, todos nós somos cegos diversos aspectos. E quantas coisas incríveis faríamos se antes de nos questionarmos simplesmente sentíssemos.

Boa noite e bons sonhos.


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